Um dia comum…

Kadu e Aline e árvore de Natal

Eu sei que o dia foi bom,

quando acordo e vejo os primeiros raios de sol da manhã entrando no quarto e olho pro lado, ainda sonolenta, e ele está lá, já de olhos abertos, e sorrindo enquanto luto para que meus olhos me obedeçam.

Aí, o Scott percebendo que acordamos, pula na cama e se aconchega em nossas cabeças, fazendo manha e pedindo carinho. A gente faz, até ele se cansar e descer pro chão com calor.

Ele sai pra comprar pão, eu fico fazendo o café e colocando a mesa.

E quando juntos no sofá entretidos no celular, com uma música boa de fundo, um percebe que não pode ser assim, vai lá, abraça, puxa assunto e aí ficamos por horas conversando, o Scott pula no nosso colo, nem aí se vai machucar, e a gente ri e brinca com ele. O celular já foi esquecido faz tempo.

E quando estamos entediados, olhamos um para o outro e já sabemos que devemos jogar cartas ou assistir a um filme.

E quando vou preparar alguma coisa para comer tarde do dia e quebro algo na cozinha, o Kadu já nem liga mais, agora ele só faz rir, sabe que vai ser assim a vida toda.

Aí o sol baixa já no fim da tarde, a gente desce pra andar com o Scott ou tomar um sorvete que derrete nos meus dedos porque demoro para acabar.

A gente volta, deita de novo no sofá, eu no colo dele, abro um livro, com o Scott no meu pé, e eu sei que o dia foi bom, mesmo que nada especial tenha acontecido.

Quando formos dormir, vai estar tudo bem, porque sei que ao acordar aquele mesmo sorriso estará lá quando eu abrir os olhos.

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